sábado, 30 de novembro de 2013

Curta Metragem com audiodescrição

Esse curta metragem foi produzido por uma conterrânea minha, Kérsia Celimary Silvestre Ferreira, onde a mesma aborda o ensino superior para alunos com deficiência visual.
Esse vídeo é muito bom e se encaixa perfeitamente em audiodescrição, vi nesse vídeo a oportunidade de trabalhar com os alunos com baixa visão e/ou cegueira um estímulo/incentivo a continuarem persistindo em sua vida acadêmica.

Segue abaixo o link do vídeo:http://www.youtube.com/watch?v=RdlisIgDRNg

domingo, 20 de outubro de 2013

Deficiência Intelectual - Jogos

JOGOS PARA ALUNOS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL
De acordo com pesquisas realizadas na internet e depois da realização do Plano de AEE do caso Lucian, resolvi sugerir como atividades/jogos: o jogo da memória e jogos de encaixe.
JOGO DA MEMÓRIA – o mesmo deverá ser utilizado com o intuito de desenvolver e/ou aprimorar a memória de curto prazo, muito prejudicada em indivíduos com esse tipo de deficiência.


JOGOS DE ENCAIXE – os jogos de encaixe podem desempenhar também a função de desenvolver a memória de curto prazo, mas também poderá ser utilizado para a aprendizagem das formas geométricas e/ou outras formas do cotidiano desse aluno.




quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Notícias sobre a educação de São Paulo do Potengi

Final de semana movimentado na Escola Inovadora Maurício Freire

RN alfabetizado continuará durante o dia de hoje
Neste final de semana (14 e 15), como sempre acontece quando seu espaço físico é solicitado dentro do projeto de abertura à comunidade, a Escola (Inovadora) Estadual Maurício Freire, de São Paulo do Potengi vive uma intensa movimentação.
Neste sábado (14), ocorreram naquele educandário o encontro de capacitação regional de 70 educadores do RN Alfabetizado, o Seminário de Formação de Monitores de Grupos de Escoteiros de várias cidades da região, a Olimpíada de Matemática 2ª etapa, para cerca de 100, além do 1º aulão preparativo para estudantes do 8º e 9º anos que pretendem fazer o Exame de Seleção para o IFRN local.
Hoje (15) está tendo continuidade a formação do RN Alfabetizado.
Escola cedeu espaço para o Seminário de Preparação de Monitores Escoteiros

 fonte: Blog do Silvério Alves - link: http://www.blogdosilverioalves.com/

domingo, 8 de setembro de 2013

Imagens de Recursos de Tecnologia Assistiva



           




















































Recursos de Tecnologia Assistiva - TA

Tecnologia Assistiva é um termo ainda novo, utilizado para identificar todo o arsenal de Recursos e Serviços que contribuem para proporcionar ou ampliar habilidades funcionais de pessoas com deficiência e consequentemente promover Vida Independente e Inclusão.
É também definida como "uma ampla gama de equipamentos, serviços, estratégias e práticas concebidas e aplicadas para minorar os problemas encontrados pelos indivíduos com deficiências" (Cook e Hussey • Assistive Technologies: Principles and Practices • Mosby – Year Book, Inc., 1995).
A Tecnologia Assistiva - TA é destinada a um grupo seleto e pode ser percebida como redução dos limites impostos por deficiências funcionais impostas por situações circunstanciais e/ou pelo envelhecimento. Dentre os objetivos gerais da TA, estão á promoção da independência, o aumento da qualidade de vida, a inclusão social. De modo mais específico, podem ser citadas algumas áreas de utilização da TA:
·         Vida Diária: o auxílio é tido em materiais e produtos que facilitam atividades de rotina. Alimentação, vestir-se, banho, necessidades fisiológicas, manutenção da residência. 

·         Comunicação: recursos que proporcionam a capacidade de expressão e recepção de mensagens em indivíduos limitados por mudez ou surdez. Tais recursos podem ser eletrônicos ou analógicos. Exemplos: pranchas de comunicação, vocalizadores e aplicativos digitais.

·          Acessibilidade ao computador: equipamentos de entrada e saída (síntese de voz, Braille), auxílios alternativos de acesso (ponteiras de cabeça, de luz), teclados modificados ou alternativos, acionadores, softwares especiais (de reconhecimento de voz, etc.), que permitem as pessoas com deficiência a usarem o computador.

Exemplos de recursos de tecnologia assistiva –
           




Fonte: http://www.assistiva.com.br/tassistiva.html, acessado em 08/09/2013 - Assistiva e Tecnologia e Educação - Conteúdo de autoria de Mara Lúcia Sartoretto e Rita Bersch ©2013.





sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Texto para conclusão de disciplina da pós - Professor do A.E.E.

O professor da sala de recursos multifuncionais e suas atribuições
De acordo com alguns textos lidos durante o curso e materiais pesquisados em outras fontes como livros e artigos na internet, posso aferir que o trabalho do professor na sala de recursos multifuncionais é de extrema importância dentro do âmbito escolar, pois o mesmo tem a intencionalidade de complementar e/ou suplementar o trabalho do professor da sala regular entre outras várias atribuições, que diferem do censo comum que acredita ter na sala um professor de aula de reforço. No entanto, durante este breve período em que me encontro sendo aluna deste curso, pude perceber, entender e compreender as leis que regem a Educação Especial como um todo e especificamente o Atendimento Educacional Especializado,  por isso o professor de A.E.E., num trabalho colaborativo com o professor da sala de aula regular, são responsáveis por tornar este trabalho com alunos com deficiência mais fluente nas salas de aulas comuns.
Em consonância com este trabalho, o professor de A.E.E., ainda dispõe de algumas ferramentas úteis as suas atribuições, uma delas é o estudo de caso realizado com os educandos a fim de direcionar as atividades a serem desenvolvidas posteriormente quando do atendimento educacional especializado.
O estudo de caso também serve como ferramenta para elucidar vários aspectos da vida do educando, como por exemplo, os parceiros na área da saúde que o educando já utiliza o serviço como complemento ao seu tratamento ou direcionamento deste aluno para estes parceiros.
Uma outra ferramenta utilizada na sala de recursos é o Plano do A.E.E. que é feito com base no estudo de caso realizado anteriormente pelo professor da sala, coletando várias informações sobre a vida do educando sobre os todos os aspectos. O plano para o atendimento desses alunos pode ter diversas finalidades de acordo com a deficiência apresentada pelo educando, por este motivo o plano deve ser individualizado focado para aumentar as potencialidades e suprir/diminuir as necessidades e barreiras enfrentadas pelo discente na escola.
Contudo, posso concluir que ser professor de A.E.E., é muito mais que ser professor de reforço, é promover nas escolas uma verdadeira educação inclusiva, proporcionando uma escola que aceita e entende estes estudantes dentro das suas dificuldades.





sexta-feira, 12 de julho de 2013

DISLEXIA

ESCOLA ESTADUAL SENADOR DINARTE MARIZ
SALA DE RECURSOS MULTIFUNCIONAIS – SRM
ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – A.E.E.

DIRECIONAMENTOS DE COMO TRABALHAR COM ALUNO DISLÉXICO
Dicas de como trabalhar com alunos disléxicos
    Destacamos algumas sugestões que consideramos importantes para que ele se sinta seguro, querido e aceito pelo professor e pelos colegas.
  • O Disléxico tem uma história de fracassos e cobranças que o fazem sentir-se incapaz.
  • Motivá-lo, exigirá de nós mais esforço e disponibilidade do que dispensamos aos demais;
  • Não receie que seu apoio ou atenção vá acomodar o aluno ou fazê-lo sentir-se menos responsável. Depois de tantos insucessos e autoestima rebaixada, ele tende a demorar mais a reagir para acreditar nele mesmo;
MELHORANDO A AUTOESTIMA:
  • Incentive o aluno a restaurar o confiança em si próprio, valorizando o que ele gosta e faz bem feito;
  • Ressalte os acertos, ainda que pequenos, e não enfatize os erros;
  • Valorize o esforço e interesse do aluno;
  • Atribua-lhe tarefas que possam fazê-lo sentir-se útil;
  • Evite usar a expressão "tente esforçar-se" ou outras semelhantes, pois o que ele faz é o que ele é capaz de fazer no momento;
  • Fale francamente sobre suas dificuldades sem, porém, fazê-lo sentir-se incapaz, mas auxiliando-o a superá-las;
  • Respeite o seu ritmo, pois a criança com dificuldade de linguagem tem problemas de processamento da informação. Ela precisa de mais tempo para pensar, para dar sentido ao que ela viu e ouviu;
  • Um professor pode elevar a autoestima de um aluno estando interessado nele como pessoa;
    Nós não aprendemos pelo fracasso, mas sim pelos sucessos.

MONITORANDO AS ATIVIDADES:
  • Certifique-se de que as tarefas de casa foram compreendidas e anotadas corretamente;
  • Certifique-se de que seu aluno pode ler e compreender o enunciado ou a questão. Caso contrário, leia as instruções para ele;
  • Leve em conta as dificuldades específicas do aluno e as dificuldades da nossa língua quando corrigir os deveres;
  • Estimule a expressão verbal do aluno;
  • Dê instruções e orientações curtas e simples que evitem confusões;
  • Dê "dicas" específicas de como o aluno pode aprender ou estudar a sua disciplina;
  • Oriente o aluno sobre como organizar-se no tempo e no espaço;
  • Não insista em exercícios de fixação repetitivos e numerosos, pois isso não diminui a sua dificuldade;
  • Dê explicações de "como fazer" sempre que possível, posicionando-se ao seu lado;
  • Utilize o computador, mas certifique-se de que o programa é adequado ao seu nível. Crianças com dificuldade de linguagem são mais sensíveis às críticas, e o computador, quando usado com programas que emitem sons estranhos cada vez que a criança erra, só reforçará as ideias negativas que elas tem de si mesmas e aumentará sua ansiedade;
  • Permita o uso de gravador;
  • Esquematize o conteúdo das aulas quando o assunto for muito difícil para o aluno. Assim, a professora terá a garantia de que ele está adquirindo os principais conceitos da matéria através de esquemas claros e didáticos;
  • "Uma imagem vale mais que mil palavras": demonstrações e filmes podem ser utilizados para enfatizar as aulas, variar as estratégias e motivá-los. Auxiliam na integração da modalidade auditiva e visual, e a discussão em sala que se segue auxilia o aluno organizar a informação. Por exemplo: para explicar a mudança do estado físico da água líquida para gasosa, faça-o visualizar uma chaleira com a água fervendo;
  • Não insista para que o aluno leia em voz alta perante a turma, pois ele tem consciência de seus erros. A maioria dos textos de seu nível é difícil para ele;
    Alunos disléxicos podem ser bem sucedidos em uma classe regular. O sucesso dependerá do cuidado em relação à sua leitura e das estratégias usadas.

AVALIAÇÃO:
  • As crianças com dificuldade de linguagem têm problemas com testes e provas:

    Em geral, não conseguem ler todas as palavras das questões do teste e não estão certas sobre o que está sendo solicitado.

    - Elas têm dificuldade de escrever as respostas;
    - Sua escrita é lenta, e não conseguem terminar dentro do tempo estipulado
  • Recomendamos que, ao elaborar, aplicar e corrigir as avaliações do aluno disléxico, especialmente as realizadas em sala de aula, adote os seguintes procedimentos:

    - Leia as questões/problemas junto com o aluno, de maneira que ele entenda o que está sendo perguntado;
    - Explicite sua disponibilidade para esclarecer-lhe eventuais dúvidas sobre o que está sendo perguntado;
    - Dê-lhe tempo necessário para fazer a prova com calma;
    - Ao recolhê-la, verifique as respostas e, caso seja necessário, confirme com o aluno o que ele quis dizer com o que escreveu, anotando sua(s) resposta(s)
    - Ao corrigi-la, valorize ao máximo a produção do aluno, pois frases aparentemente sem sentido e palavras incompletas ou gramaticalmente erradas não representam conceitos ou informações erradas;
    - Você pode e deve realizar avaliações orais também.
    Se o disléxico não pode aprender do jeito que ensinamos, temos que ensinar do jeito que ele aprende.